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Magnetos e Acupuntura
UM POUCO SOBRE MAGNETOTERAPIA
>Certa vez li algo sobre um autor que dizia: “O Acupunturista que sabe como usar Magnetos jamais precisará perfurar seus pacientes”…
Visto que esta frase vinha de um livro de Magnetoterapia, talvez o autor estivesse sendo um pouco parcial em sua colocação, porém, é necessário que todos os terapeutas de Acupuntura e de Medicina Chinesa saibam que, a Magnetoterapia é um excelente método dentre muitos outros que já conhecemos como a utilização de agulhas ou a moxabustão. o grande problema está no fato de existir pouca literatura sobre o assunto, gerando grandes confusões na aplicação da técnica com ausência de resultados ou ainda a piora de muitos casos.
Com base nisso, acredito que uma pequena “aulinha virtual” seja de grande valia.
A Magnetoterapia tem a capacidade de influenciar diretamente a circulação do corpo humano. Isso se deve ao fato de nosso sangue possuir FERRO. Como todos sabem, o magneto tem a capacidade de atrair o ferro.
O ferro circula em nosso sangue através de uma substância chamada Hemoglobina, que possui também a função de carregar o oxigênio para todos os tecidos do corpo.
Quando colocamos um magneto na superfície do corpo, dependendo do lado de sua fixação ele pode atrair a circulação ou repelir a mesma.
Para saber qual lado usar precisamos de um conhecimento rápido:
a) O ferro possui polaridade 2+, ou seja, é positivo.
b) Os opostos se atraem; os semelhantes se repelem.
Os magnetos terapêuticos possuem 2 lados – um positivo e outro negativo, sendo assim:
quando colocamos o lado positivo do magneto voltado para a pele, teremos a circulação de sangue repelida daquele local, visto que o ferro é 2+ e os semelhantes se repelem.
Para a acupuntura, tirar o sangue, a circulação e a energia do local estimulado significa que estamos sedando o ponto;
quando colocamos o lado negativo do magneto voltado para a pele, teremos a circulação de sangue atraída para o local da aplicação, visto que o ferro é 2+ e os opostos se atraem.
Para a acupuntura, mandar o sangue e a circulação de energia para o local estimulado significa que estamos tonificando o ponto;
Mas quando sedar e quando tonificar?- Se estamos tratando um ponto de dor, podemos tranquilamente colocar o magneto do lado positivo exatamente em cima do local do incômodo.
– Porém, se estamos trabalhando sobre um ponto de acupuntura, devemos “chamar o Qi e o Sangue” para que esse ponto possa fazer suas funções e para isso, colocamos sobre o ponto de acupuntura escolhido, o lado negativo do magneto.
Para diferenciar o lado positivo e o lado negativo do magneto, basta saber que quase todos os magnetos vendidos, com a intenção terapêutica, possuem 2 lados – um liso e outro abaulado. –>
LADO LISO = LADO POSITIVO = Seda o ponto = Usar em locais de dor–>
LADO ABAULADO = LADO NEGATIVO = Tonifica o ponto =Usar em pontos de acupuntura com suas funções específicas
Com esse conhecimento é possível praticar a terapia dos magnetos com segurança e eficácia.
– Os magnetos podem ficar por até 7 dias fixados à pele do paciente, sem sofrer acomodação
Devem ser fixados com esparadrapo ou micropore e o paciente pode tomar banho com eles ou removê-los, desde que saiba, depois, recolocar no mesmo ponto que estava sendo tratado.
É necessário saber que os mesmos NÃO são descartáveis, e podem ser limpos e reutilizados.
Com o tempo, a força de magnetismo diminui, e então é necessário misturá-los à magnetos novos para que a carga magnética se redistribua.
Existem, também, diferentes potências de Magnetos, definidas por GAUSS sendo que são encontrados:- de 100 à 900 Gauss – que podem ser utilizados sem restrições em todo corpo, com exceção de abdomes de gestantes, tórax de pacientes com marca-passo e orelhas de pacientes que usam aparelhos auditivos.- de mil Gauss para cima –> são considerados supermagnetos –> e além das contra-indicações acima, não devem ser utilizados em pacientes que possuem problemas circulatórios, pois a potência dos magnetos podem causar lesão nos vasos sanguíneos.
Cientes dessas regras temos que observar que anéis, travesseiros, palmilhas, colchões entre outras mercadorias magnéticas comercializadas, não atingem pontos de tratamento específicos, sendo padronizados para todos aqueles que as adquirem, sendo assim, certos produtos NÃO possuem valor terapêutico real, podendo, de fato, piorar casos de alguns pacientes.
Dores de cabeça e insônia são situações referidas por clientes insatisfeitos com esse tipo de compra, após a utilização desses objetos. Ainda há muito o que se explorar sobre a ação dos magnetos, mas sem dúvida esta é uma técnica que pode ser ensinada aos pacientes, mantendo-os melhores e mais saudáveis mesmo longe dos consultórios.
E aos terapeutas, abre uma gama de possibilidades para tratar crianças, idosos ou simplesmente pacientes com fobia das conhecidas agulhas
Prof. Fernanda Mara

Uso de vitamina D no tratamento de esclerose múltipla inspira documentário

A bem-sucedida terapia com uso de vitamina D no tratamento de esclerose múltipla inspirou o jornalista — e portador da doença — Daniel Cunha a produzir um documentário retratando a experiência de cinco pacientes que tem se beneficiado da nova abordagem. O vídeo independente Vitamina D — Por uma outra terapia foi publicado no site vitaminadporumaoutraterapia. wordpress. em abril e já registra mais de 15 mil visualizações.

Desenvolvido no Brasil em 2003, pelo neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o tratamento consiste na reposição de vitamina D. Segundo o médico, cerca de 70% das pessoas que sofrem de esclerose múltipla apresentam níveis muito baixos desse nutriente, o que se correlaciona com uma freqüência maior de manifestações (surtos) e com seqüelas neurológicas mais acentuadas após cada ocorrência.

Desde então, a experiência clínica de Coimbra com mais de 700 pacientes de esclerose múltipla no país tem apresentado quadros de estabilidade da doença, regressão de seqüelas — como o retorno às atividades físicas — e até mesmo melhoras em lesões no cérebro e na medula, reveladas por ressonâncias magnéticas. O mesmo protocolo é eficaz no tratamento de outras doenças auto-imunitárias, como artrite reumatóide, lúpus, psoríase, vitiligo, diabetes do tipo 1 e hipotireoidismo.

No caso da esclerose múltipla, a terapia com vitamina D dispensa o uso dos medicamentos convencionais. Entre os principais, estão os chamados interferons e o acetato de glatiramer. As injeções podem custar entre R$ 2 e 10 mil mensais, mas os remédios também são oferecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, eles diminuem as manifestações da doença em apenas 30%. Além disso, apresentam recorrentes efeitos colaterais.

A esclerose múltipla é uma doença inflamatória crônica autoimune, causada por motivos genéticos ou ambientais, que compromete a função do sistema nervoso. Em geral, a doença acomete pessoas jovens, entre 20 e 30 anos, e provoca dificuldades motoras e sensitivas.

Fonte: ZERO HORA – RS
Tratar insônia pode reduzir o risco de desenvolver outras doenças, diz estudo.

A insônia é o distúrbio do sono mais comum que existe e também um dos mais fáceis de ser diagnosticado. Apesar disso, a demora em aceitar o problema e em iniciar um tratamento pode aumentar o risco de desenvolver outras doenças, como a depressão, a diabetes, a hipertensão e até mesmo a morte – no caso de adultos com idade avançada -, diz um novo estudo, publicado na versão online da revista inglesa The Lancet.

De acordo com o texto, é preciso identificar e tratar a insônia inicial com diretrizes clínicas, de modo a garantir o bem-estar dos pacientes e evitar o uso de medicamentos que não têm eficácia comprovada. “Tendo em vista a alta prevalência e morbidade significativa da insônia, os pacientes devem ser rotineiramente questionados pelos médicos sobre possíveis problemas no sono”, dizem os pesquisadores e autores Charles Morin, da Universidade Laval, em Quebec, no Canadá, e Benca Ruth, da Universidade de Wisconsin, em Madison, nos Estados Unidos.

Aproximadamente um quarto da população adulta tem dificuldades na hora de dormir e uma estimativa aponta que de 6% a 10% vivem um transtorno de insônia. Indivíduos com insônia ou dificuldade para dormir bem sofrem com a falta do sono reparador e apresentam sintomas diurnos, tais como fadiga, dificuldade de concentração e distúrbios de humor.
Segundo o estudo, pessoas com insônia têm mais do que cinco vezes mais chances de desenvolver ansiedade e depressão, mais que o dobro do risco de sofrer com insuficiência cardíaca congestiva e diabetes, além de viver com um elevado risco de morte. Ainda de acordo com a análise, pessoas que dormem pouco e mal são sete vezes mais propensas ao abuso de álcool ou drogas durante os próximos três anos e meio em comparação com aqueles sem a condição.

A insônia também resulta em problemas econômicos para a sociedade em geral: baixa de produtividade, faltas ao trabalho e alta dos custos de saúde.

Dados da pesquisa sugerem que a maioria das pessoas com a doença são vulneráveis a episódios recorrentes. Segundo uma pesquisa longitudinal, cerca de 70% continuam a sentir os sintomas da insônia um ano depois. Além disso, metade deles ainda sofre de insônia até 3 anos mais tarde.

Para os autores, o uso de remédios, com ou sem prescrição médica, não se mostra benéfico, já que há pouca evidência de que realmente funcionem.

Além disso, acrescentam, alguns dos medicamentos mais comumente prescritos (antidepressivos e anti-histamínicos) ainda precisam ser aprovados para o tratamento da insônia. Para os estudiosos, é necessário que haja mais pesquisas para avaliar a efetiva ação das drogas no tratamento desta doença.

Isso levou o Instituto Nacional de Saúde, nos EUA, a afirmar que existem apenas duas opções eficazes parar o tratamento da insônia: terapia cognitivo-comportamental e drogas hipnóticas aprovadas.

A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é um tratamento que utiliza métodos psicológicos, como técnicas de relaxamento, restrição de sono, controle de estímulos e educação sobre higiene do sono (por exemplo, dieta e exercício). Segundo os especialistas, TCC é altamente eficaz no tratamento da insônia e não apresenta riscos de efeitos colaterais adversos, além de ter benefícios duradouros – que é uma clara vantagem em comparação com o tratamento medicamentoso. Entretanto, no momento, há uma escassez de profissionais de saúde treinados neste tipo de terapia.

Para os autores, “embora a terapia cognitivo-comportamental não esteja prontamente disponível na maior parte das clínicas, o acesso pode ser facilitado por meio de métodos inovadores, tais como consultas telefônicas, terapia de grupo e abordagens psicológicas feitas pela internet”.

Eles concluem: “há uma necessidade urgente de mais educação pública sobre o sono e maior divulgação de terapias baseadas em evidências científicas para tratar a insônia. Além disso, é importante haver formação para preparar os profissionais de saúde que desejam atender e tratar queixas de insônia”.

Fonte: ESTADÃO ON LINE – SP
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Musicoterapia, a música também cura

É a utilização da música, ou de seus elementos (melodia, som, ritmo e harmonia), por um musicoterapeuta qualificado, com o objetivo de promover mudanças positivas físicas, mentais, sociais e cognitivas em uma pessoa, ou grupo de pessoas, com problemas de saúde ou de comportamento.

O musicoterapeuta avalia o estado emocional, físico, comportamental, comunicativo e habilidade cognitiva através de respostas dadas pela música. As sessões, que podem ser individuais, ou em grupo, dependendo das necessidades do paciente, abrangem improvisação musical, audição, composição de músicas, discussão, imaginação, performance e aprendizado através da música. O paciente não precisa ter nenhuma habilidade musical para se beneficiar do tratamento e não existe um estilo particular de música que é mais terapêutico que os outros.

O campo de atuação da musicoterapia é muito grande, podendo beneficiar desde crianças à idosos. Existem trabalhos clínicos sendo realizados em várias áreas, como: Deficiência Mental (retardo, síndromes genéticas), Deficiência Física (Paralisia, Cerebral, Amputações, Distrofia Muscular Progressiva), Deficiência Sensorial (surdez, cegueira); nas doenças mentais (área psiquiátrica, autismo infantil, problemas neurológicos); nas áreas sociais (com crianças e adolescentes carentes ou de rua); em geriatria; em distúrbios infantis de aprendizagem e comportamento e com gestantes, na estimulação precoce.

A musicoterapia só pode ser aplicada por um musicoterapeuta, que desenvolve um processo musicoterápico específico para cada paciente ou grupo de pacientes. Trata-se da interação paciente x terapeuta. Pessoas saudáveis podem se beneficiar da música para buscar o prazer, estímulo, redução do stress, relaxamento, ou também, para usar em ambientes profissionais e festas, mas isso não se trata de musicoterapia.

Fonte: www.planetanatural.com.br

Reposição Hormonal Natural – Qualidade na Menopausa

Os hormônios femininos são produzidos até mais ou menos 50 anos, quando a mulher entra na menopausa. Ou seja, pára de menstruar. Mas, isto, é só o início. Sem produzir hormônios, surgem “novidades” que comprometem sua saúde e qualidade de vida. São ondas de calor, suores noturnos, insônia, menor desejo sexual e dor durante o ato, irritabilidade, depressão, ansiedade, ressecamento vaginal, aumento de gordura na barriga, diminuição do brilho da pele, da atenção e da memória e riscos de infarto, derrame. Ou nenhum sintoma, mas que sempre nos lembra que mesmo sem sintomas o corpo está em uma alteração hormonal e essa alteração reduz os depósitos de cálcio nos ossos, podendo levar à osteoporose.
Depende não? Será que com você isso acontece? Você deixará acontecer?

Nos anos 40, quando nem se pensava em reposição hormonal (TRH), a expectativa de vida das brasileiras girava em torno dos 43 anos. Hoje, é de 65, 70 anos. Mas existem riscos, sérios, também, para quem se submete à TRH sintética! Entre eles, o de aparecer câncer de útero e de mama.

“O excesso de hormônio provoca tanto desconforto quanto a ausência dele”, afirma a médica. “Às vezes a mulher prefere o desconforto da menopausa ao desconforto da reposição hormonal”. (Nutróloga Jane Corona)

Então será que nós mulheres temos alternativas saudáveis?

Cuidar da nossa saúde ao longo da vida, com uma alimentação mais saudável e exercícios regulares já garante uma minimização de desequilíbrios mais para a frente, mas se agora já se está lá na frente e não se tem mais tempo?

Posso citar alguns tratamentos que podem auxiliar minimizar e equilibrar nosso sistema a curto, médio e longo prazo (como resolvi classificá-los para um melhor entendimento), são eles:

Curto prazo: Acupuntura, Massagem Energética, Reflexologia. Esses tratamentos reestruturam nosso sistema energético rapidamente, e nos preparam para que possamos nos preparar se necessário, para uma mudança de hábito ou comportamento, ou inclusão de novos hábitos saudáveis para uma reposição hormonal natural.

Médio prazo: Ao longo do nosso tratamento, possa ser que em função de stress, outros medicamentos alopáticos ou mesmo situações inusitadas façam com que nosso sistema energético possa se desregular por um momento. Os tratamentos como Reiki, Quelação com Cristais, Realinhamento dos Chacras, Balneoterapia, Radiestesia e Cromoterapia são ótimos auxiliares nesse período, pois a nossa estrutura hormonal foi afetada por um ambiente externo e esse nosso sistema não está mais desregulado como anteriormente.

Longo prazo: Esse é o método mais eficaz e deveria ser começado antes mesmo da mulher entrar na menopausa. Consiste em adequar a sua alimentação, a sua mente e o seu espírito, a necessidade hormonal, a idade de seu corpo e as suas atividades diárias.

Posso citar alguns tratamentos e dicas, mas lembre-se que é importante consultar um profissional, pois cada um possui um sistema energético, e o seu corpo não é igual ao meu e nem o da vizinha! São eles: inclusão de alimentos reguladores, homeopatia, fitohormônios, florais e fitoterapia.

No momento com os Fitohormônios é possível obter a estimulação hormonal mais suave, menor que a produzida com as substâncias fabricadas em laboratórios.

Fitohormônios: são substâncias com moléculas semelhantes aos hormônios produzidos naturalmente no organismo. Eles são obtidos a partir de vegetais, principalmente soja, inhame, trevo vermelho (red clover) e cimicifuga (black cohosh). Podem ser usados por qualquer pessoa impedidas de fazer uma reposição hormonal clássica, incluindo quem tem câncer, tromboembolismo e doenças do fígado. Estimulam a produção de progesterona, outros estrogênio. Dois deles:

* Soja – Rica em genisteína, que previne câncer e problemas de fígado e vesícula, estimula a formação dos ossos, abaixa o colesterol e protege a parede dos vasos. É indicada para mulheres na menopausa que tenham osteoporose e hipertensão. É também o hormônio de escolha para mulheres com história de câncer na família ou que já se submeteram a mastectomia, já que a genisteína impede a proliferação de tumores.

* Black Cohosh (Cimicífuga racemosa) – É o fitohormônio mais estudado. É aprovado pelo Ministério da Saúde da Alemanha para tratar os sintomas de deficiência de estrogênio. Alivia os calores, a atrofia e o ressecamento vaginal, a palpitação e a ansiedade. Atua de modo semelhante ao estriol, um derivado do estrogênio responsável pela lubrificação da vagina.

Perceba que as duas indicações acima podem ser feitas de outra forma como a administração na alimentação (soja) e na administração floral (Black Cohosh). A utilização depende de mulher para mulher, pois são levados em conta: idade, peso, período sem reposição hormonal ou com reposição sintética, quadro de saúde atual e quadro de saúde familiar.

Há alguns cuidados simples que sempre recomendo às minhas clientes:
* aumentar o consumo de óleo de linhaça e de vegetais, especialmente a soja, para que as mulheres apresentem muito menos sintomas durante a menopausa, ossos mais fortes e sistema imunológico mais competente;
* evitar álcool, comidas processadas, embutidos e defumados;
* complementar a alimentação com um bom multivitamínico;
* ter sempre o seu floral manipulado para as suas necessidades emocionais e espirituais;
* fazer 20 a 30 minutos de exercícios, como dança do ventre, tribal, circular ou yoga, no mínimo duas vezes por semana, para fortalecer os ossos, os músculos e o sistema cardiovascular. E no mais, esses períodos de exercício, promovem o encontro com os amigos e amigas e estimulam a movimentação de energia da vida no seu corpo!
www.nucleodamulher.com.br
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Tratamentos Naturais

ENXAQUECA:
– Enxaqueca Matinal: ferver a casca da laranja (+- 5cm) por 5 minutos e tomar o chá.
– Enxaqueca à tarde: geralmente é causada por problemas digestivos – tomar chá de boldo.
– Enxaqueca de ressaca e sonolência: pela manhã bater levemente uma fatia de melancia com semente, coar e tomar este suco.
– Dor de Cabeça: colocar os pés por 1 minuto imersos em água super gelada.

STRESS:
– Comer 1 maçã por dia – sempre no café da manhã ou no lanche da tarde, nunca após as refeições. Também combate a asma e a rouquidão.
– Fazer chá da casca da maçã e tomar antes de dormir.
– Caminhar de 5 a 15 minutos diariamente descalço na terra ou na grama.
– Nas dermatites seborreicas/caspas causadas pelo stress, esfregar por 2 minutos o couro cabeludo com sementes de tomate e lavar em seguida com água fria (ou o mais fria possível);

GRIPES/PNEUMONIA:
– Assar bananas em forno convencional, pulverizar com canela em pó e comer à vontade pela manhã.
– A casca da banana também é utilizada para remover verrugas, para cicatrizar queimaduras de até 3o. grau e para rachaduras nos pés – raspar a parte interna da casca, colocar sobre o local e cobrir com band aid ou uma faixa.

INFECÇÃO DE GARGANTA:
– Fazer gargarejo com suco de abacaxi com uma pitada de sal.
– Comer sempre que possível, rodelas de abacaxi à noite, como sobremesa do jantar.

AFTA:
– Mastigar folhas do olho da mangueira por alguns segundos e descartar.

GASTRITE/ÚLCERA:
– Liquidificar 1 batata grande (ou 2 médias) e tomar 1 copo pequeno deste “leite” 30 minutos antes do café da manhã e 30 minutos antes do jantar.
– Gastrite: tratar por 2 semanas.
– Úlcera: tratar por 1 mês.

AZIA:
– Mastigar pedaços de batata crua e engolir o suco.

FURÚNCULOS/HEMORRAGIAS:
– Colocar rodela de cebola crua sob o local do furúnculo e enfaixar/colocar esparadrapo – deixar de um dia para o outro. O furúnculo sairá completamente e vai ficar um buraco no local que fechará em alguns minutos após a remoção da bandagem;
– Nos cortes, esfregar pedaço de cebola crua no local várias vezes.
– Nas hemorragias nasais, cheirar profundamente um pedaço de cebola crua.

COLESTEROL ELEVADO
– Cortar uma berinjela grande em fatias finas (com casca) e colocar de molho em 1 litro de água – colocar na geladeira de um dia para o outro. No dia seguinte remova as rodelas de berinjela e acrescente o suco de 2 limões e beba este litro ao longo do dia.
Cuidado, esta receita usada por mais de 15 dias causa emagrecimento acelerado, não ultrapasse 60 dias de uso contínuo.

DIABETES:
– Fazer um chá de 80 gramas da raiz da urtiga em 1 litro de água por dia.

ARTROSE:
– Fazer chá das folhas do sabugueiro.

SARAMPO:
– Fazer chá das flores do sabugueiro.

HIPERTENSÃO:
– Pegar 3 dentes de alho à noite, esmagar, colocar em uma xícara com água e com o suco de 1 limão, tomar pela manhã e completar os mesmos dentes esmagados com água e limão novamente, tomar à noite e repetir a receita com outros 3 dentes de alho para o dia seguinte, ou seja cada 3 dentes são usados para tomar o remédio 2 vezes.
PRESSÃO BAIXA:
– Bater no liquidificador 1 pepino caipira, coar e tomar 1 cálice.
MÁ CIRCULAÇÃO:
– Imergir os pés em água quente por 4 minutos e em seguida colocar em água fria por 1 minuto e voltar para a água quente e fria sucessivamente.
MARCAS DE ESPINHAS/RUGAS NO ROSTO:
– Fazer uma mistura de argila, suco de cenoura, mel e confrei e aplicar uma camada desta pasta de aproximadamente 1 cm no rosto por uns 40 minutos.
METABOLISMO BAIXO:
– Tomar cápsulas de pimenta caiena encontradas em farmácia de homeopatia. Também ajuda no emagrecimento.
FIBROMIALGIA/RELAXANTE MUSCULAR:
– Mastigar a casca seca da laranja.
DOR NO OMBRO:
– Ralar o caroço de um abacate, colocar no álcool por uns 10 dias e massagear o local.
DICAS GERAIS:
– Tome no mínimo 3 litros de água por dia.
– Tome banhos o mais frio possível.
– As receitas dadas devem sempre ser feitas com frutas/verduras/legumes etc., frescos, nunca de garrafa ou congelados.
– Não prepare as receitas em microondas.
– Não adicione açúcar em nenhuma das receitas e tente diminuir o consumo deste produto ao mínimo possível na dieta regular;
– A casca da laranja é um excelente analgésico;

Fonte: (*) Qualidade de Vida
Repasse da palestra ministrada pelo Sr. Diaulas do Hospital OASIS do Paraná –

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